Sua empresa tem opinião, deixe que saibam

Sua empresa tem opinião, deixe que saibam

Até Deus tem um Facebook. Por que algumas empresas ainda resistem?

Sua empresa tem opinião, deixe que todos saibam

As redes sociais estão contaminadas e muita gente encontra nelas uma escapatória para extremismos e discursos de ódio. Ok, mas isso não é justificativa para nenhuma empresa ou influenciador se negar a ter um perfil oficial nas redes sociais.

Não quer entrar na discussão política e econômica? Essa desculpa serve para você, como indivíduo, mas não serve para organizações e formadores de opinião.

Porque em dias como hoje, em que ninguém larga o WhatsApp, nem em reunião de trabalho, é inaceitável para um influenciador não se posicionar sobre os assuntos que afetam seu público.

Pense nas oportunidades que se abrem

Sabemos que hoje é possível transmitir ao vivo no Facebook, com um mínimo de recursos e produção de baixo custo. Incrível, pois ainda ontem era necessário um grande investimento em infraestrutura para uma instituição transmitir conteúdo ao vivo pela internet.

Com as constantes inovações apresentadas quase que semanalmente pelas redes sociais, o lugar estratégico​ para uma campanha de sucesso não é o mesmo sempre e muda de acordo com o público-alvo.

E daí vem a pergunta: estamos realmente preparados para conversar com o nosso público?

Se estamos realmente preocupados com imagem, discurso e ​reputação, precisamos começar ouvindo o nosso público. Isso quer dizer interagir pelas redes sociais, pelo SAC 2.0 e todas essas coisas que dão arrepios em qualquer gestor.

​M​ídias sociais são o canal hoje

Gostaria de compartilhar com vocês os resultados da campanha #contramaisimpostos, que foi criada pela CBPI em parceria com a Tupi Interativa para engajar os públicos certos nas redes sociais que seriam seriamente afetados se houvesse o aumento do tributo PIS/Cofins.

contra-mais-impostos

A campanha foi patrocinada por entidades de representação setorial e​ realizada durante um momento de grande instabilidade econômica e política, durante o processo de impeachment, sem tomar partido mas aproveitando as oportunidades de conteúdo que apareciam no cenário para engajar o público e obter alcance.

No auge de uma crise política, nós fizemos uma campanha bem sucedida contra a retomada de impostos para segmentos específicos do setor produtivo, sem misturar o assunto com a crise do governo, mas destacando um conteúdo importante e de grande relevância para públicos bem específicos.

debate político e econômico migrou para o digital

Veja alguns dos canais criados depois do planejamento estratégico:

Em oito meses, a fanpage do #Facebook (na época com 53 mil curtidas) alcançou as páginas de diversas instituições do setor de representatividade setorial que estão há anos nas redes sociais.

Novos políticos, novo marketing, mas planejamento sempre

Existem inúmeras possibilidades para comunicar e interagir – compartilhamento de vídeos, imagens e conteúdos, SAC 2.0 e transmissão ao vivo -, e para fazer isso bem sua empresa ou iniciativa deve procurar um profissional especializado.

O caminho certo para o sucesso em uma campanha de mobilização digital começa com o diagnóstico sobre o cliente. Passa pela definição de público, canais e teor do discurso. Depois você tem profissionais ligados o tempo todo no SAC, um serviço que no fundo é muito importante quando se fala em redes sociais.

Em um meio em que é possível falar e responder na hora, o planejamento, a disponibilidade e a capacidade de reagir às respostas do público são essenciais. Acrescente empatia de verdade no conteúdo e isenção e terá um trabalho de qualidade.

Se todo dia aparece alguém para incitar um discurso radical na sua própria fanpage, é o preço da democracia e da visibilidade. Para isso respondemos com atendimento online e diálogo. E uma crise de imagem da campanha sempre pode ser gerenciada por quem monitora a reação do público e pode fazer ajustes ao longo do caminho. [Webinsider]